domingo, 28 de agosto de 2016

Missão Paz revitalização da Praça dos Bombeiros na Baixada do Glicério


A Missão Paz fora do trabalhos com os migrantes e imigrantes também esta preocupada com a qualidade de vida dos moradores no bairro em que a Igreja Nossa Senhora da Paz  fica na baixada do Glicério em este sentido tem desenvolvido trabalho de consciência junto a comunidade.
  
 Praças públicas são, por excelência, espaços de convivência e, em muitos casos, marcos simbólicos do tecido urbano. porém, a falta da devida manutenção e de serviços constantes de melhorias submetem esses patrimônios a contextos diversos de degradação. Para devolvê-la ao uso coletivo da população da baixada do Glicério , a praça foi inserida num projeto  de revitalização  para enfrentar os problemas e tornar o bairro mais atrativo, o primeiro passo tomado pela Subprefeitura da Sé  foi elaborar uma parceria com varias instituições entre ela a Igreja Nossa Senhora da Paz –Missão Paz
O projeto da nova praça prevê ambientes apropriados para usos já correntes no espaço, destacando áreas de  lazer para as crianças, praticas esportivas, culturais.

Padre Antenor Dalla Vechia que luta junto a comunidade por uma melhoria do bairro ,diz que este espaço  e nosso  uma área de lazer , ter um espaço  para ser  feliz a pesar de todos os problemas a revitalização era esperado por toda a comunidade. Também marcou a presença o Subprefeito da Sé Gilmar Tadeu Ribeiro

Armando Silva Morador nascido e criado no Glicério diz que é importante criar uma Associação dos amigos da Praça para conservar este patrimônio. O grupo de teatro Impulso Coletivo apresentou para o publico e crianças presente uma peça que trata sobre a historia da construção do bairro e a chegada dos migrantes e imigrantes .  


Foto e texto Miguel Ahumada

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Haitianos deixam Brasil e geram crise migratória na Costa Rica


Os agentes humanitários começaram a desconfiar dos migrantes que ficaram presos na Costa Rica quando muitos disseram que se chamavam Muhammad Ali, nome do ex-campeão de boxe. Depois, os tradutores enviados para ajudar as autoridades locais começaram a detectar algo errado nos sotaques deles.
Milhares de migrantes que afirmavam ser da África Ocidental que tem o francês como língua não eram o que pareciam; na verdade, vinham do Haiti, no Caribe. Sem poder sair da Costa Rica depois que a Nicarágua fechou suas fronteiras, os Muhammad Alis geraram a maior crise migratória do país da América Central desde os anos 1980.
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“O francês que eles falavam não era o francês da África Ocidental. Eles falavam creole”, disse o presidente da Costa Rica, Luis Guillermo Solís, no centro internacional para acadêmicos Wilson Center, em Washington, em 22 de agosto. “Nós percebemos, então, que a maioria deles vinha do Haiti”.
A crise econômica no Brasil e o fim das obras para a Olimpíada estão gerando uma consequência inesperada. Muitos dos 50.000 imigrantes haitianos que estavam no Brasil estão se dirigindo aos EUA em busca de emprego, disse Solís. O ministro de Relações Exteriores da Costa Rica, Manuel González, disse que muitos dos 2.000 migrantes que chegaram à Costa Rica diziam ter raízes africanas, em busca de condições mais favoráveis, acreditando que isso evitaria a deportação.
Os haitianos se instalaram no Brasil quando receberam residência especial após o terremoto de 2010, que devastou o país caribenho e matou cerca de 300.000 pessoas. Seis anos depois, muitos agora estão piorando a crise migratória na Costa Rica, que tem dificuldades para lidar com a maior chegada de pessoas desde as guerras civis que assolaram os países vizinhos durante a Guerra Fria.
Estável e relativamente abastada em uma região pobre e violenta, a Costa Rica tem enfrentado repetidas crise de imigração. Entre outubro de 2015 e março passado, cerca de 8.000 cubanos que rumavam para os EUA ficaram na Costa Rica depois que a Nicarágua fechou sua fronteira. Posteriormente, eles foram levados de avião para El Salvador e seguiram caminho para os EUA via México.

Sem documento

O ministro das Comunicações da Costa Rica, Mauricio Herrera, disse que os haitianos buscam tratamento semelhante ao dado aos cubanos. Uma decisão da Corte Suprema da Costa Rica impede o país de deportar cubanos e Solís disse que tem sido difícil devolver os haitianos ao seu país de origem porque muitos não possuem documentos de identidade e porque o Haiti resiste em aceitá-los de volta.
Nos últimos dois anos, a Costa Rica também recebeu milhares de migrantes de El Salvador, Guatemala e Honduras que fugiam da violência e da pobreza em seus países.
“Eles estão fugindo de situações muito difíceis”, disse a vice-ministra de Governo, Carmen Muñoz, a uma comissão do Congresso neste mês. “Eles já não têm emprego e milhares estão migrando do Brasil para os EUA em busca de um futuro melhor”.


Especiais InfoMoney

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sábado, 27 de agosto de 2016

Aluno do Haiti apresenta pesquisa sobre Educação na UEMS

"Um profissional não se forma apenas para uma sociedade, e sim para um mundo inteiro". É o que afirma Jimmy Pierre, de 34 anos, aluno do Mestrado em Educação, oferecido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), na unidade de Paranaíba. Ele é o primeiro aluno estrangeiro a ingressar na universidade por meio de um programa da Organização dos Estados Americanos (OEA) e a defender uma dissertação de Mestrado.
O estudante, que é de Porto Príncipe, no Haiti, ingressou no Programa de Pós-graduação em agosto de 2014. Em seu trabalho, Jimmy estuda o desenvolvimento humano na proposta educacional do Haiti, analisada a partir do enfoque Histórico-Cultural. A defesa está marcada para as 9h deste sábado, na unidade da UEMS em Paranaíba.
"Por meio desse Mestrado, dessa oportunidade que eu tive de fazer aqui na UEMS, eu consegui outra visão a respeito do desenvolvimento humano, da educação, dos valores morais, sociais e políticos", afirma.
A professora doutora Maria Silvia Rosa Santana, orientadora de Jimmy, afirma que o trabalho foi um grande desafio, tanto para ela, quanto para o aluno. "Para mim por ser um objeto de estudo que diz respeito a outro país, para Jimmy pela questão da língua. A dissertação dele foi escrita toda em português", conta.
Jimmy lembra que quando chegou em Paranaíba falava apenas francês, inglês e espanhol. "Eu tive que aprender português. Foi um pouco difícil no início, mas depois recebi muita ajuda de professores e colegas".
Para a orientadora, a experiência com o acadêmico haitiano foi muita rica. "A vinda do Jimmy para a UEMS foi muito boa, em todos os sentidos. Um estrangeiro, com outra experiência de vida, de formação, de aprendizado. Foi uma partilha muito importante para todos nós, alunos e acadêmicos de Paranaíba", afirma Maria.
Jimmy formou-se na graduação na Escola Internacional de Educação Física e Esporte, localizada em San José de las Lajas, em Cuba. No Brasil, conheceu universidades em diversas cidades como São Paulo, Brasília, além das cidades de Mato Grosso do Sul, como Campo Grande e Dourados.
A assessora de relações internacionais da UEMS (ARELIN), Silvana Moretti, lembra que Jimmy conseguiu a vaga em um processo seletivo com 157 candidatos. "Ele se esforçou muito. Durante o mestrado, ensinou francês e inglês para a comunidade. Jimmy é o exemplo de que esse convênio com países da América Central e América do Sul, além do México, é extremamente positivo".
Ainda segundo a assessora, atualmente, outros dois alunos que ingressaram na UEMS por meio desse programa, um da Guatemala e outro da Colômbia, estudam nas unidades de Dourados e de Campo Grande.
"Esses alunos levam o nome da UEMS para fora do Brasil e fortalecem o processo de internacionalização. Por meio destes programas, a universidade começa a ter visibilidade. A internacionalização é um processo novo dentro das universidades, é um processo que não tem volta", explica Silvana.
"Eu agradeço muito a UEMS, a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) que também me ajudou, a OEA e ao grupo Coimbra. Tudo o que eu aprendi foi graças a essa oportunidade, que vou levar por toda a vida", diz o estudante. Sobre o futuro, Jimmy conta que pretende fazer Doutorado em um país da América do Norte, como o Canadá, ou da Europa.
Convênios
Atualmente, a UEMS participa de dois programas para receber alunos estrangeiros no Brasil, o Programa de Estudantes - Convênio de Pós-Graduação (PEC-PG) e o Programa de Alianças para a Educação e a Capacitação (PAEC), oferecido por meio da OEA e do Grupo Coimbra.
O PEC-PG é uma ação do Ministério das Relações Internacionais, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) que oferece bolsas de Doutorado pleno, em universidades brasileiras, a professores universitários, pesquisadores, profissionais e graduados do ensino superior dos países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém Acordo de Cooperação Educacional, Cultural ou de Ciência e Tecnologia.
O PAEC, oferecido pela OEA e pelo Grupo Coimbra, oferece bolsas para realização de cursos completos de pós-graduação stricto sensu, mestrados e doutorados. Seu principal objetivo é contribuir com a integração e o fortalecimento regional das Américas, por meio da qualificação de profissionais, principalmente daqueles oriundos de países de baixo nível de desenvolvimento humano.

 O Progresso

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Seminário Internacional Migrações: religiões e espiritualidades

O Seminário Internacional Migrações: religiões e espiritualidades e XXII Simpósio de História da Imigração e Colonização acontecem de 21 a 23 de setembro, no Rio Grande do Sul. Os eventos têm como foco propor a discussão do impacto provocado pelas migrações sobre religiões e espiritualidades e como religiões e espiritualidades impactaram regiões colonizadas por migrantes em âmbito internacional.  As inscrições podem ser feitas até 21 de setembro.
Organizado pelo Programa de Pós Graduação em História - UNISINOS, em parceria com o Instituto Histórico de São Leopoldo, a temática da presente edição enfatiza religiões e espiritualidades e possibilitará inúmeras abordagens, a exemplo do que vem sendo feito na pesquisa, na escrita e na análise da história da imigração e da colonização.
Objetivos:
  • Proporcionar ambiente de debate em torno do tema proposto para o evento, permitindo a interação ente historiadores de alcance internacional e nacional com jovens pesquisadores, bem como, com a comunidade em geral que se interessa pelos estudos imigratórios;
  • Analisar o tema proposto sob a luz de diversas abordagens, mapeando as mais recentes produções sobre as religiões e espiritualidades no âmbito da imigração;
  •  Possibilitar a interação através da apresentação de trabalhos na forma de comunicações, proporcionando a discussão e troca de ideias entre os participantes.
Ministrantes
  • Klaus Koschorke (Ludwig-Maximilians-Universität - Alemanha)
  • Gianpaolo Romanato (Università Degli Studi di Padova - Itália)
  • Lauri Emilio Wirth (Universidade Metodista de São Paulo)
  • Oneide Bobsin (EST)
  • Renata Siuda-Ambroziak (Universidade de Varsóvia - Polônia)
  • Martin Norberto Dreher (IHSL)
  • Ricardo Rieth (ULBRA)
  • José Oscar Beozzo (Instituto de Teologia de São Paulo)
Programação completa do evento, que acontece na unidade Unisinos - São Leopoldo, e mais informações na página da Unisinos.


 Unisino

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Tema do Dia Mundial da Paz 2017: "A não violência, uma política pela paz"

50° Dia Mundial da Paz que se celebrará no dia 1° de janeiro de 2017.
A não-violência: estilo de uma política para a Paz”: este é o tema escolhido por Francisco para o próximo Dia Mundial da Paz, o quarto do seu Pontificado.
A violência e a paz estão na origem de dois modos opostos de construir a sociedade. A difusão dos focos de violência gera experiências sociais gravíssimas e negativas.
O Papa resume esta situação na expressão “Terceira guerra mundial em capítulos”.
Ao invés, a paz tem consequências sociais positivas e permite um verdadeiro progresso. Devemos, portanto, agir nos espaços possíveis, negociando caminhos de paz, até mesmo onde tais caminhos parecem tortuosos ou impraticáveis.
Diálogos de Paz
Deste modo, a “não violência” pode assumir um significado mais amplo e novo: não apenas aspiração, inspiração, rejeição moral à violência, às barreiras, aos impulsos destruidores, mas também método político realista, aberto à esperança.
Trata-se de um método político fundado na primazia do direito. Se o direito e a igual dignidade de cada ser humano são salvaguardados sem discriminações e distinções. Consequentemente, a “não violência”, entendida como método político, pode constituir um meio realista para superar os conflitos armados.
Direitos e deveres
Nesta perspectiva, é importante reconhecer, sempre mais, não o direito da força, mas a força do direito.
Com esta Mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Santo Padre deseja indicar um passo ulterior, um caminho de esperança apropriado às circunstâncias históricas presentes: chegar à solução das controvérsias por meio de negociações, evitando que elas se degenerem em conflito armado.
Sensibilidade
Atrás desta perspectiva, há também o respeito pela cultura e a identidade dos povos, portanto, a superação da ideia segundo a qual uma parte é moralmente superior à outra.
Mas, ao mesmo tempo, isto não significa que uma nação possa ser indiferente diante das tragédias de outras. Pelo contrário, significa reconhecer a primazia da diplomacia diante dos estrondos das armas.
O tráfico mundial das armas é tão vasto a ponto de ser subestimado. O tráfico ilegal das armas sustenta muitos conflitos no mundo. A “não violência”, como estilo político, pode e deve fazer muito mais para superar este flagelo.
Tradição
O Dia Mundial da Paz teve início por desejo do Beato Paulo VI e é celebrado todos os anos no dia 1° de janeiro. A Mensagem do Papa é enviada a todas as Chancelarias do mundo e assinala as diretrizes diplomáticas da Santa Sé.
Radio Vaticano
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(MT)

Gobiernos suramericanos se preparan para la XVI Conferencia Suramericana sobre Migraciones

Representantes de gobiernos suramericanos se reunieron esta semana en Montevideo, Uruguay, para preparar la XVI Conferencia Suramericana sobre Migraciones (CSM) que se realizará los próximos 3 y 4 de noviembre en Asunción, Paraguay.

A la XI reunión intersesional de la CSM asistieron delegados de los gobiernos de Argentina, Brasil, Colombia, Chile, Ecuador, Paraguay, Perú, Uruguay y Venezuela. El encuentro fue presidido por un representante del  Gobierno de Chile en su rol de actual Presidencia Pro Témpore de la CSM, por un delegado del  Gobierno de Uruguay como país anfitrión, y el  apoyo de la OIM como Secretaría Técnica de la Conferencia.
Los gobiernos presentes discutieron, entre otros temas, los avances regionales con respecto al acceso a la justicia para las personas migrantes, la movilidad fronteriza y la libre circulación, la relación entre migración y ciudades y el vínculo entre migración, medio ambiente y cambio climático.

La Presidencia Pro-Tempore de la CSM a través del Director General de Asuntos Consulares y de Inmigración Embajador Carlos Appelgren presentó el informe anual de su gestión, donde se trataron entre otros, temas relacionados con la proyección internacional de la Conferencia, así como las relaciones de la CSM con otros Procesos Consultivos Regionales (PCR) sobre Migración y con otros foros y espacios migratorios a nivel global y regional.

El Director Regional de la OIM para América del Sur Diego Beltrand, presentó el informe de la Secretaría Técnica, en el que destacó los avances en el desarrollo de los programas de capacitación en derechos humanos y migración para funcionarios suramericanos implementados en el último año, así como en  el estudio del impacto del Acuerdo de Residencia del Mercosur que está realizando la OIM. Beltrand también informó sobre los alcances y aspectos sustantivos relacionados con la próxima Reunión de Alto Nivel de las Naciones Unidas sobre Refugiados y Migrantes.  

El informe que se hizo respecto al Acuerdo que se suscribirá entre el Secretario General de las Naciones Unidas Ban Ki Moon y el Director General de la OIM William Swing, que determinará el vínculo de la OIM como 'Organización Relacionada' de las Naciones Unidas, fue recibido con satisfacción por los representantes de los países suramericanos.

Un momento particularmente importante de la reunión intersesional, lo constituyó el traspaso de la Presidencia Pro Témpore de la CSM por parte del Embajador Appelgren al Ministro Julio César Livieres, Director General de Asuntos Consulares del Paraguay. Al final de la reunión se acordaron los temas prioritarios a ser abordados en la XVI CSM en Asunción.

La CSM, que se reunió por primera vez en Lima en 1999, es el principal proceso regional de consulta y diálogo gubernamental no vinculante en materia de migración en América del Sur.

OIM

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Padre Paolo Parise da Missão Paz Contemplado com a Medalha São Paulo Apóstolo

A Comissão Julgadora da Medalha “São Paulo Apóstolo”, escolheu, no dia 11, os 10 contemplados com o prêmio de reconhecimento da Arquidiocese.
São eles: Medalha pelo Testemunho Laical, Ana Maria Alexandre e Luiz Carlos Pietro Alexandre; Medalha pelo Serviço Sacerdotal, Cônego Celso Pedro da Silva; Medalha pela Ação Caritativa e de Promoção Humana, Padre João Inácio Mildner; Medalha pela Ação Missionária, Olga Zanella; Medalha pela Inovação na Metodologia Pastoral, Padre Gianpietro Carraro; Medalha pela Educação Cristã, Irmã Carmen De Ciccio; Medalha pela Defesa e Promoção da Vida e Dignidade Humana, Padre Paolo Parise; 
Medalha pela Cultura, Orquestra Sinfônica Heliópolis; Medalha pela Comunicação; TV Canção Nova; Medalha pelo Serviço Social, Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto. A entrega do prêmio será em 1º de setembro às 20h no Mosteiro de São Bento

Medalha

A Medalha São Paulo Apóstolo foi instituída em 2015 dentro das comemorações dos 270 anos de criação da Diocese de São Paulo. A Medalha traz, numa face, a efígie do apóstolo São Paulo, Patrono da Arquidiocese; na outra face, traz a vista frontal da catedral metropolitana de São Paulo. Sua entrega será acompanhada de um diploma correspondente.
No Decreto de instituição da medalha, o arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, ressaltou que “todos os Batizados foram constituídos como povo de Deus e são participantes do múnus sacerdotal, profético e régio do próprio Cristo” e acrescentou que a homenagem também é um  “incentivo para que floresça mais abundantemente a vida eclesial e pastoral nesta Cidade imensa”.
“Neste Ano Jubilar da Misericórdia, consideram-se prioritárias as pessoas ou instituições que realizam obras de misericórdia, tais como as propostas pelo Papa Francisco: ‘É meu desejo sincero que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais... Redescubramos as obras de misericórdia corporais: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espirituais: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos’”, diz o Edital, citando um trecho da Bula de proclamação do Ano Santo Extraordinário Misericordiae Vultus, do Papa Francisco.
 Arquidiocese de São Paulo

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HAITIANOS CRIAM ENTIDADE OFICIAL PARA DAR SUPORTE AOS ESTRANGEIROS QUE VIVEM EM JARAGUÁ E REGIÃO

Para oferecer apoio e dar acolhimento ao estrangeiro que desembarca em Jaraguá do Sul e região, os haitianos que se instalaram por aqui criaram oMovimento Social para Reunião dos Haitianos no Brasil (MOSPREHAB). O grande objetivo é ajudar com os encaminhamentos de documentação, assistência social, saúde e trabalho.
A primeira ação marcada pelo grupo na região do Vale do Itapocu, será uma reunião na próxima terça-feira (30), com o intuito de congregar os estrangeiros e verificar as condições em que cada um está vivendo. O encontro está marcado para aconteces às 19h, no auditório do Instituto Federal de Santa Catarina, na Avenida Getúlio Vargas, Centro de Jaraguá do Sul.
Em entrevista cedida para a Rádio Jaraguá AM, o presidente do grupo François Louis, que mora no Brasil há pouco mais de três anos, comenta que o número de haitianos na região reduziu em relação ao ano passado. “Muitos voltaram para o Haiti, por causa da crise nas empresas, onde muitos foram demitidos”, explicou.
Palestra na CatólicaSC
Ainda dentro do tema da vinda dos haitianos para o Brasil, o Projeto Pensamento em Movimento, promovido pelo Curso de Direito da Católica, traz a palestra “Haiti: um olhar além da retina”. O evento está marcado para acontecer neste sábado (27), das 9h às 12h, no auditório da unidade de Jaraguá do Sul.
A entrada é gratuita e aberta ao público. As inscrições devem ser feitas no site da Católica.
A palestra será ministrada por Marina Canuto Correa – médica militar da Reserva do Exército brasileiro, 1ª Tenente de 2011 a 2015 e médica da ONU na missão de estabilização do Haiti em 2013. O objetivo do encontro é ampliar o olhar da ação médica-militar na missão de estabilização do Haiti.
Promovido pelo Curso de Direito desde 2015, o Projeto Pensamento em Movimento busca fomentar o debate e a reflexão sobre diversos temas do cotidiano.
A Católica SC fica na Rua dos Imigrantes, 500, Bairro Rau. Outras informações podem ser obtidas com o Setor de Extensão, pelo telefone (47) 3275-8330 ou pelo e-mail extensao@catolicasc.org.br.
Fontes: Jaraguá AM e CatólicaSC

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Mensagem do Papa no twitter condena escravidões modernas

Através de um tweet, onde condena as formas modernas de escravidão, o Papa Francisco recordou o Dia Internacional de Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição, celebrado anualmente em 23 de agosto.


"O tráfico de seres humanos, de órgãos, o trabalho forçado e a prostituição são escravidões modernas e crimes contra a humanidade”, foi a mensagem do Santo Padre, que desde o início de seu Pontificado vem condenando sistematicamente esta verdadeira chaga social.
“O Dia Internacional de Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição” é celebrado em recordação à revolta ocorrida na Ilha de Santo Domingo, na noite entre 22 e 23 de agosto de 1791,  guiada por Toussaint Louvertoure, o primeiro General negro, dando lugar à independência do Haiti.
O acontecimento em 1791 foi um ponto de virada na história humana, pois desempenhou um papel crucial na abolição do comércio transatlântico de escravos.
O objetivo do dia é imprimir na memória de todas as pessoas a recordação da tragédia do tráfico de escravos e avaliar as causas históricas, os métodos e as consequências desta tragédia na África, Europa, América e no Caribe.
Inicialmente, somente um pequeno número de países, entre os quais o Haiti, em 23 de agosto de 1998 e o Senegal, em 23 de agosto de 1999 comemoravam o evento.
Mas o Diretor Geral da Unesco, Koichiro Matsuura, sublinhou que “institucionalizar a memória, impedir o esquecimento, evocar a recordação de uma tragédia por longo tempo ocultada ou desconhecida e restituir a ela a colocação que lhe deve ser dada na consciência dos homens é, com efeito, responder ao nosso dever de memória”.
Neste sentido, a intenção de envolver não somente os Ministros de todos os Estados- Membros, mas toda a população dos respectivos países e, em particular jovens, educadores, artistas e intelectuais.
A recorrência foi adotada pela UNESCO por meio da Resolução 29 C/40, sendo celebrado anualmente desde 1998. A UNESCO divulga todos os anos uma mensagem em memória deste dia e faz um convite aos governos e às organizações para aumentarem os seus esforços de reconciliação e para compartilharem as suas iniciativas.


 Radio Vaticano

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Estrangeiros detidos na Imigração reclamam de atendimento médico


Cerca de 350 brasileiros estão vivendo nesses Centros de Detenção da Imigração.
Uma comissão formada por 10 pessoas, entre elas acadêmicos, médicos e membros de ONGs, realizou várias visitas aos Centros de Detenção e instituições da Imigração Japonesa entre abril de 2015 e março deste ano.
Durante as visitas os membros da comissão puderam conversar com os detentos e constataram que a maior parte das reclamações está relacionada aos problemas de atendimento médico e de saúde dos internos.
As várias visitas ocorreram nos três Centros de Detenção da Imigração Japonesa em Osaka, Ibaraki e Tóquio, e em dependências mantidas por aquela instituição localizadas em Hiroshima, Fukuoka, Iwate e Hokkaido, dentre outras províncias.
O resultado das visitas fez parte de um documento divulgado no dia 19 pelo Ministério da Justiça do Japão.
Durante as entrevistas feitas pelos membros da comissão com os detentos, alguns reclamaram que, como não podem deixar o local, a necessidade de pedido de internamento hospitalar é burocrático e demorado.
Nos Centros de Detenção existe atendimento ambulatorial, mas há casos em que o problema de saúde do detento está além do que o ambulatório instalado no local pode fazer. Os estrangeiros detidos querem que a administração do presídio contacte com mais rapidez o atendimento médico externo, caso haja necessidade.
Outra reclamação que apareceu várias vezes nas entrevistas foi feita pelos fumantes passivos, que têm que conviver com os fumantes do local.
As reclamações listadas no relatório foram acompanhadas das medidas que a administração das detenções estava tomando para resolver as demandas.
Em julho deste ano 14 estrangeiros residentes no Centro de Detenção de Osaka realizaram greve de fome por tratamento médico adequado e rapidez na regularização da situação de estadia deles no país.
Portal Mie
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Arquivo Público de SP tem aumento de 50% nas emissões de Certidões de Imigração

O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) registrou um aumento de quase 50% na emissão das Certidões de Imigração nos últimos anos. No ano passado, foram emitidas pelo Núcleo de Assistência ao Pesquisador 7.652 certidões, contra 5.135 registradas em 2011.
Somente no ano de 2015, em relação ao ano anterior, o aumento foi de 30% nos pedidos das certidões, que são usadas, em geral, para rastrear e provar a nacionalidade dos antepassados a fim de conseguir a dupla cidadania. Segundo o órgão, a expectativa é que o número de pedidos alcance o do ano passado, já que somente nos primeiros seis meses de 2016, houve 4.091 solicitações.
A pessoa que procura o Arquivo não é obrigada a declarar o motivo do pedido da certidão de imigração, mas, segundo o diretor Aparecido Oliveira, do Núcleo de Assistência ao Pesquisador, geralmente elas declaram que é uma questão de dupla cidadania. Os pedidos, no entanto, podem ter outra finalidade, como para naturalização, regularização de nome ou da situação para aposentadoria.
De acordo com Oliveira, os aumentos dos pedidos dependem das políticas sazonais adotadas pelos países, mas houve uma mudança observada pelo núcleo: “Se algum consulado amplia a concessão de visto, facilitando a dupla cidadania, o número de pessoas que nos procura aumenta, mas no último ano notamos um aumento inesperado, possivelmente pelo cenário brasileiro”.
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A partir da documentação que está sob a guarda do Arquivo Público, é possível solicitar três tipos de certidões: Certidões de Desembarque com base nos imigrantes que desembarcaram no Porto de Santos (de 1888 a 1978); que deram entrada na Hospedaria dos Imigrantes (entre 1887 e 1978) ; e as Certidões de Registro, com base nos imigrantes que foram registrados nos órgãos de fiscalização de estrangeiros entre os anos de 1939 e 1984 . A Hospedaria dos Imigrantes recebeu mais de 2,5 milhões de pessoas vindas de todo o mundo para se estabelecer em São Paulo, segundo o Arquivo.
A Certidão de Desembarque comprova que o estrangeiro entrou no Brasil, passando por São Paulo. “O documento costuma ser pedido para iniciar processos de obtenção de dupla cidadania e correções de registro civil”, diz Oliveira.
As Certidões de Registro comprovam que o estrangeiro residiu em caráter permanente em São Paulo, também servem para obtenção de dupla cidadania e correção de registro civil, além de processos de naturalização, aposentadoria, comprovação de identidade para venda de imóveis e processos de inventário. Essas certidões são emitidas com base nos registros provenientes da antiga Delegacia Especializada de Estrangeiros de São Paulo, que foi implantada por lei em 1938, sendo obrigatório para os estrangeiros em situação permanente.
Porém, as certidões mais emitidas são aquelas com base nos Livros da Hospedaria de Imigrantes, um dos maiores centros de recepção de estrangeiros que já existiram no Brasil. Por suas dependências, passaram mais de dois milhões de pessoas. Seu acervo é formado por mais de 150 livros de registro das antigas Hospedarias do Bom Retiro (1882 a 1887) e do Brás (1887 a 1858), contendo informações sobre a passagem de estrangeiros por ambas as instituições, como nome, idade, nacionalidade, data de entrada na hospedaria, profissão, parentesco e estado civil.
Segundo o técnico Aryan Rocha, também do Núcleo de Assistência ao Pesquisador, a pesquisa pode ser feita por nome e sobrenome: “É importante frisar que o registro completo era feito em nome do chefe da família, do homem mais velho. Então, se o solicitante quer encontrar sua avó, por exemplo, ele deve procurar pelo registro do grupo familiar”.
No site do Arquivo Público, é possível acessar a documentação em um banco de dados elaborado pelo Memorial do Imigrante, que contém a transcrição integral dos registros. Desde o último mês, segundo o órgão, os pedidos de Certidão de Imigração podem ser solicitados pela Internet. A pessoa que localizar as informações do imigrante e, se a informação for relevante para o seu caso, deve recolhida a taxa para a emissão da certidão. A pesquisa é gratuita e a taxa só é recolhida caso o solicitante tiver interesse na certificação.
O Arquivo Público do estado fica na rua Voluntários da Pátria, 596, zona norte da capital paulista, e funciona das 9h às 16h.

EBC
 
Edição: Jorge Wamburg

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Conselho de Imigração cede visto aos estrangeiros em situação de vulnerabilidade

Vítimas resgatadas de tráfico de pessoas e de trabalho análogo ao escravo podem permanecer no país por até um ano

O Conselho Nacional de Imigração (Cnig), órgão ligado ao Ministério do Trabalho, publicou nesta segunda-feira (22) as novas regras para a concessão de permanência no Brasil a estrangeiros considerados vítimas de tráfico de pessoas ou de trabalho análogo escravo. De acordo com a Resolução Normativa n° 122, ao estrangeiro que esteja no Brasil em situação de vulnerabilidade poderá ser concedida a permanência no país, condicionada ao prazo de um ano. O relatório foi aprovado durante a VI Reunião Ordinária do Cnig que ocorreu no início de agosto, em Brasília.
Para o presidente do Conselho Nacional de Imigração, Paulo Sérgio de Almeida, “a resolução protege o imigrante, do ponto de vista de seus direitos fundamentais, e é boa para a apuração das responsabilidades no Brasil, porque essa pessoa vai poder colaborar com as investigações e ajudar a punir e diminuir essas práticas aqui no país”. Segundo a norma, ao ser concedida a sua permanência, o estrangeiro poderá decidir se colabora ou não com eventuais investigações e processos em curso.
A nova resolução foi um pedido de autoridades policiais, Ministério Público, Defensoria Pública e auditores fiscais que atuam em casos que envolvem vítimas estrangeiras deste tipo de prática. O pedido de permanência será avaliado com base nos seguintes requisitos: se o estrangeiro encontra-se em uma situação que ao voltar a seu país de origem possibilite uma ‘revitimização’; se o estrangeiro está coagido ou exposto a grave ameaça em razão de colaborar com a investigação ou processo no Brasil; e ainda, se em virtude da violência sofrida, aquele estrangeiro necessitar a assistência imediatas de serviços prestados no Brasil, como assistência médica, por exemplo.
A resolução define ainda exploração de trabalho escravo como trabalhos forçados, jornada exaustiva, condições degradantes de trabalho, cerceamento da liberdade de locomoção e a retenção de documentos e objetos pessoais. A nova norma se aplica também a estrangeiros indocumentados.
Confira aqui a Resolução Normativa n° 122, de 03 de agosto de 2016. 
CNIg – O Conselho Nacional de Imigração (CNIg) é um órgão colegiado responsável por formular a política de imigração laboral migratória brasileira, a partir de resoluções normativas. O CNIg é composto por 20 membros que representam Governo, Centrais Sindicais, Empregadores e Sociedade Civil. Confira o relatório de autorizações de trabalho – temporárias e permanentes – concedidas a estrangeiros, nos meses de abril e junho de 2016, no linkhttp://obmigra.mte.gov.br/


Assessoria de Imprensa
Ministério do Trabalho
Renata Dias


 www.miguelimigrante.blogspot.com

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

La eliminación de visas en Ecuador atrajo a extranjeros de Asia y África

 Fernando Medina 



Saludan en árabe. Se abrazan y se besan en la mejilla tres veces. Con los pies descalzos se arrodillan y colocan su frente en el piso. Es una reverencia a Alá, su dios. En países de Oriente Medio esa ceremonia es común entre ellos, pero en Ecuador solo se puede ver en el norte de Quito, en su centro islámico. Allí, cada viernes asisten unos 200 extranjeros.
Llegan desde las 13:00 para recibir la prédica de Aclnan Sayah, que dirige la mezquita.

La mayoría es árabe, pero también hay personas de Turquía, Pakistán, Afganistán, Jordania, Palestina, Egipto...

Cada vez son más. Por eso ampliaron el centro. Osman Sonmez es turco y va a la mezquita desde hace dos años, cuando aterrizó en Ecuador.
Desde entonces dirige el Centro Cultural de Turquía en Quito y conoce que cada año llega más gente de su nación. 

El Instituto Nacional de Estadística y Censos (INEC) corrobora aquello, pues en su registro de migración se ve cómo desde el 2008 se eleva la cantidad de migrantes turcos.Lo mismo sucede con los viajeros de 20 países de Asia y África.
 Todo coincide con la eliminación de visas de turismo y la apertura de fronteras que el Gobierno anunció ese año. El presidente Rafael Correa decía “todos son bienvenidos”. 
De hecho, los extranjeros que han llegado al país reconocen que el libre acceso es una de las razones por las cuales el país se vuelve un destino atractivo para vivir.
Pero Ecuador también sintió problemas con las mafias que comenzaron a traficar migrantes a partir de la eliminación de visas. Por eso, desde septiembre del 2010, comenzó a pedir ese documento a nueve países.

Mahmoud Anees es de Egipto y llegó al país hace un año y medio. No conocía Ecuador hasta que un amigo que ya residía aquí le contó que había una oportunidad de trabajo.
 Dice que averiguó la documentación y se dio cuenta que no le exigían visa. Llegó solo pero luego de un año trajo a su madre, esposa e hija.
Ahora todos están regularizados y trabajan en el centro islámico. Allí dan clases de árabe y hacen traducciones.

Es fácil identificar a quienes llevan poco tiempo en el país. Aún no dominan el español y responden con frases cortas o monosílabos. Abdelrahma es uno de ellos.
El viernes vestía una túnica café y contó que hace 11 meses tomó un vuelo desde su país hasta Brasil.
A esa nación no pudo entrar pues le exigían una visa. Pero no le importó, porque su destino era Ecuador. Ahora quiere vivir aquí.
Él se enteró de este país por un amigo que viajó un año antes. En la Asamblea de Montecristi del 2008 se aprobaron las figuras de la ciudadanía universal y de libre movilidad.

Con ello se garantiza que “ningún ser humano” sea considerado “ilegal”. En esa ocasión, la oposición advertía que por esos principios el país se “iba a inundar de miles de personas”.
Así lo recuerda María Augusta Calle, presidenta de la Comisión de Soberanía de la Asamblea Nacional. Sin embargo, para ella esto no ha ocurrido.
 Lo mismo piensa Fernando Bustamante, miembro de esa Mesa. El asambleísta dice que el país ha ganado con la llegada de extranjeros porque “se incrementa la riqueza”.
Además, explica que la apertura de fronteras no es lo único que atrae a los extranjeros.
Dice que la situación económica también llama la atención. No obstante, esa figura generó polémica en las últimas semanas por la presencia de haitianos y cubanos sin documentos que intentaban pasar a EE.UU. irregularmente.

En Quito, los extranjeros están asentados principalmente en el norte y sur de la ciudad.
Este Diario los encontró en cinco barrios. Por ejemplo, Samir, un sirio que llegó a Ecuador hace dos años, trabaja en un restaurante libanés del norte.
El jueves contó que salió de su país hace seis años y se radicó en Venezuela. Pero por la crisis de esa nación vino a Ecuador, siguiendo el consejo de unos amigos que llegaron primero. “Acá estoy mejor y no me pidieron visa”.
El dueño del restaurante en donde él trabaja es de Líbano y llegó al país hace unos tres años.

Él también vivía en Venezuela pero por la crisis decidió traer su negocio. Además, tenía familia en Ecuador. Ahora, en el local trabajan venezolanos, libaneses y sirios.
Estos últimos salieron de su país por la guerra. El mismo Samir ha perdido a primos.
Por eso, solicitó el refugio. De hecho, los conflictos bélicos son una de las principales razones por las cuales las personas de Oriente Medio abandonan sus naciones.
 Así lo corrobora Sonia Aguilar, representante del Comisionado de las Naciones Unidas (Acnur). 
Explica que en Ecuador hay cerca de 5 000 refugiados de 70 nacionalidades. Entre ellas están personas de “países tan lejanos como Afganistán”.

Said es de esa nación. Llegó al Ecuador hace seis años. Él tiene refugio y vive con sus padres y tres primos. Todos huyeron de la guerra.

El Comercio